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sábado, 17 de outubro de 2026

Primeiro CF-35A do Canadá realiza voo inaugural no Texas

 Uma aeronave de histórico exemplar e muito querida no Canadá está se aposentando após 55 anos. Ele também tem muita história para contar no Brasil.




Foto 

O de Havilland Canada DHC-5 Buffalo, ou simplesmente Búfalo para os mais próximos, é um avião turboélice bimotor de grande capacidade operacional e que fez história no seu país de nascimento, o Canadá, e também no exterior. No último dia 15 de janeiro, a Real Força Aérea Canadense (RCAF) realizou a sua última missão de busca e salvamento, aposentando-o em seguida.

O seu design único, com asa alta e um longo trem de pouso, eram identificáveis de longe e ilustravam a robustez da aeronave, que conseguia pousar em pistas muito curtas e sem preparação alguma, tal como mostra a foto tirada no Brasil, abaixo:


Esses diferenciais fizeram dele uma aeronave muito útil no Canadá, que conta com dezenas de comunidades remotas e isoladas, onde só é viável chegar de avião. Algo parecido com o Brasil, sendo um avião que ajudou a desbravar e conectar a Amazônia, aceito por muitos como o principal responsável por conectar ao “mundo exterior” muitas aldeias e tribos indígenas.

Na Força Aérea Brasileira foram 39 de serviços prestados, de 1968 até 2007, já no Canadá o serviço chegou a meia década, batendo 55 anos em 2022. Por isso, o Canadá tem celebrado a aposentadoria do Búfalo, e fez um vídeo especial com depoimentos dos militares sobre as missões feitas com o avião.

Assista a homenagem ao desbravador avião:

Com a aposentadoria no Canadá, o Búfalo agora segue apenas em serviço limitado no Egito e no Sudão, seus últimos operadores militares.


Primeiro CF-35A do Canadá realiza voo inaugural no Texas

 Primeiro CF-35A do Canadá realiza voo inaugural no Texas

Aeronave marca o início da renovação da aviação de caça canadense, atualmente equipada com os CF-188 Hornet

O primeiro caça F-35A destinado à Real Força Aérea Canadense realizou seu voo inaugural em 23 de setembro de 2026. A aeronave decolou das instalações da Lockheed Martin em Fort Worth, no Texas, onde funciona a linha de montagem do modelo.

Identificado pelo número de construção AR-1, o avião voou por volta do meio-dia, no horário local. Durante a missão, o CF-35A foi acompanhado por um F-35C empregado como aeronave de segurança e observação.

O voo representa um marco para o programa canadense de renovação da aviação de caça. As imagens divulgadas mostram o avião com as marcas de baixa visibilidade da Real Força Aérea Canadense, incluindo as inscrições bilíngues “RCAF–ARC”, a identificação nacional “Canada” e a folha de bordo aplicada na deriva.

Primeiros aviões permanecerão nos Estados Unidos

Após a conclusão dos ensaios de voo e do processo de aceitação, o primeiro CF-35A deverá ser entregue formalmente ao Canadá. Entretanto, a aeronave não seguirá imediatamente para território canadense.

Os oito primeiros exemplares serão baseados inicialmente no centro internacional de treinamento do F-35, localizado na Base Aérea de Luke, no Arizona. No local, pilotos e equipes de manutenção canadenses iniciarão a conversão operacional para o novo caça.

O cronograma oficial prevê a entrega dos primeiros aparelhos entre 2026 e 2027. A chegada de um CF-35A a uma base no Canadá está programada para o fim de 2028, enquanto a capacidade operacional inicial deverá ser alcançada em 2030.

A futura frota deverá operar principalmente a partir da 4 Wing Cold Lake, na província de Alberta, e da 3 Wing Bagotville, em Quebec. As duas bases recebem novas instalações destinadas à operação, manutenção, treinamento e apoio logístico dos caças.

Substituição dos CF-188 Hornet

O Canadá anunciou em janeiro de 2023 a seleção do F-35A para substituir seus CF-188 Hornet, versão canadense do caça norte-americano F/A-18A/B. O planejamento original prevê a aquisição de 88 aeronaves e a retirada completa dos Hornet até o final de 2032.

Os CF-188 estão em serviço desde a década de 1980 e passaram por sucessivos programas de modernização. Apesar das atualizações, a idade da frota e a necessidade de manter a interoperabilidade com os Estados Unidos e os demais integrantes da OTAN levaram Ottawa a buscar um substituto de nova geração.

O F-35A deverá assumir missões de defesa do espaço aéreo canadense, patrulhamento do Ártico e compromissos do país com o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte, o NORAD. O modelo também permitirá a participação em operações expedicionárias da OTAN.

Programa permanece sob revisão

Embora o plano original contemple 88 aviões, o governo canadense iniciou uma revisão da aquisição para avaliar custos, benefícios industriais e possíveis alternativas. Em fevereiro de 2026, Ottawa reiterou que permanece comprometida com os 16 primeiros caças previstos nos acordos já firmados com os Estados Unidos.

A revisão ocorre em meio a debates sobre soberania, dependência tecnológica e participação da indústria canadense no programa. O F-35, entretanto, já possui uma cadeia de fornecedores instalada no Canadá, formada por empresas que produzem componentes para a frota internacional do caça.

Com o primeiro voo do AR-1, o programa canadense ingressa em uma etapa prática de testes, aceitação e formação de pessoal. O avanço dessas atividades será determinante para que a Real Força Aérea Canadense consiga iniciar a substituição de seus Hornet dentro do cronograma previsto.

Primeiro dos novos aviões “Air Force One” do Canadá recebe pintura oficial

 



A primeira das duas aeronaves CC-330 de Transporte Estratégico da Real Força Aérea Canadense (RCAF) recebeu sua pintura oficial e voltará para o Canadá ainda nesse trimestre.

O Ministério da Defesa do Canadá compartilhou a primeira imagem da aeronave enquanto se preparava para voar de volta da França para a Suíça antes de seguir para o Canadá.

O CC-330 é a designação de duas antigas aeronaves comerciais Airbus A330 que substituirão o CC-150 Polaris como a “Capacidade de Transporte e Reabastecimento Estratégico” (STTC).

Essa nova frota realizará várias tarefas, como reabastecimento em voo de outras aeronaves, transporte aéreo de pessoal militar e carga, evacuações médicas e transporte estratégico de funcionários do governo do Canadá.

As fuselagens estão sendo fornecidas pela International AirFinance Corporation sob um contrato de US$ 102 milhões do ano passado. A RCAF pretende comprar seis fuselagens A330 no total, mas a compra das outras quatro unidades ainda não foi confirmada pelo governo.

De acordo com as informações disponíveis, existem planos para que pelo menos uma das aeronaves tenha uma cabine VIP para o primeiro-ministro canadense. Esta conversão deve ser realizada em um momento posterior.

Atualmente, essas duas primeiras aeronaves, originalmente fabricadas em 2015, manterão sua configuração de cabine comercial por um período intermediário para realizar operações de transporte aéreo de carga, tropas e passageiros, de acordo com um comunicado anterior do Ministério da Defesa.

Esta nova aeronave melhorará a flexibilidade, a capacidade de resposta, a interoperabilidade com as nações aliadas, a segurança das comunicações e a autoproteção da atual frota da RCAF.

Caças CF-18 Hornet do Canadá deverão voar até 2032

 CF-18 - foto Força Aérea Canadense

CF-18

As empresas que participaram de um dia da indústria descrevendo os planos do governo foram informados de que os jatos, que datam de 1982, serão aposentados após 50 anos de serviço

Por David Pugliese

O Canadá esticará ainda mais o tempo de voo dos seus velhos CF-18s, mantendo os jatos operando por mais 15 anos.

Houve planos para tirar os jatos fora de serviço pouco depois de 2025, mas os representantes das empresas que participaram de um dia da indústria do dia 22 de janeiro, descrevendo o programa do governo liberal para comprar novos aviões de combate, disseram que a RCAF – Royal Canadian Air Force agora manterá os CF-18s operando até 2032.

Os jatos, recebidos pela primeira vez em 1982, serão aposentados após 50 anos de serviço.

Algumas fontes da indústria aeroespacial, no entanto, questionam se a aposentadoria de 2032 é definitiva, pois qualquer atraso na compra de novos jatos poderia alterar esse cronograma.

A primeira aeronave de substituição dos CF-18 chegará em 2025, mas as entregas dos 88 aviões não serão concluídas até 2030, de acordo com os documentos do governo federal distribuídos aos representantes da indústria na reunião de 22 de janeiro em Ottawa.

Os CF-18s foram atualizados ao longo dos anos. Em 2001, um projeto de modernização foi lançado para permitir que os aviões continuem operando até 2017-2020.

CF-18

As melhorias estruturais para manter a frota também estão em curso e outro programa de atualização está em andamento, com o objetivo de manter os aviões voando até 2025, de acordo com a RCAF.

Isso proporcionará os aviões com vários sistemas para permitir que eles operem com forças aéreas aliadas, além de cumprir novas regras para voar no espaço aéreo doméstico e internacional. Também poderia haver atualizações para as armas, diz o RCAF.

Não está claro se outra atualização seria necessária além daquela para manter os aviões voando de 2025 a 2032.

O Canadá também está em discussões com a Austrália para comprar 18 aviões F-18 usados ​​para aumentar a frota existente de CF-18s. Embora o custo exato desse negócio não seja tornado público até que o contrato seja assinado, o governo liberal reservou US$ 500 milhões para o projeto.

Em novembro de 2016, o ministro da Defesa, Harjit Sajjan, reconheceu que os CF-18 podem ter que continuar voando por mais tempo do que o planejado, sugerindo que poderiam continuar até 2030 ou talvez além. O briefing para representantes da indústria foi a primeira confirmação oficial do governo de que a RCAF esticaria a vida da aeronave até 2032.

Os liberais se comprometeram a comprar 88 novos caças em um programa que poderia custar até US$ 19 bilhões. Essa etiqueta de preço não inclui manutenção a longo prazo.

Troy Crosby, diretor-geral de projetos principais de defesa em Serviços Públicos e Compras no Canadá, disse em uma entrevista à Postmedia que um pedido de propostas de empresas para os novos caças será lançado na primavera de 2019. Um contrato seria assinado no final 2021 ou início de 2022.

André Fillion, chefe de gabinete do departamento de material no Departamento de Defesa Nacional, disse que a reunião de 22 de janeiro forneceu uma maneira de informar a indústria sobre como a compra se realizará. “Esta foi uma oportunidade para nós começarmos a falar com a indústria sobre o contexto da frota em termos de operação, manutenção e aquisição”, explicou em uma entrevista à Postmedia.

Snowbirds encerram era do CT-114 Tutor após 55 anos de acrobacias

 

Equipe de demonstração da Força Aérea canadense realizou sua última apresentação acrobática com o jato em Moose Jaw e agora se prepara para uma longa transição até a chegada do substituto.


A equipe canadense de demonstração aérea Snowbirds realizou nesta sexta-feira, 16 de outubro, em Moose Jaw, na província de Saskatchewan, sua última apresentação acrobática com o treinador a jato CT-114 Tutor. O evento marcou o encerramento de uma história de 55 anos entre a aeronave e o esquadrão, que transformou o pequeno jato de fabricação canadense em um dos símbolos mais reconhecidos da aviação militar do país.

Transmitida pela internet, na página oficial dos Snowbirds no Facebook, a demonstração celebrou décadas de apresentações diante de milhões de espectadores e marcou o início de uma nova etapa para a equipe.

O Tutor será substituído pelo CT-157 Siskin II, baseado no treinador turboélice Pilatus PC-21, mas a nova capacidade acrobática dos Snowbirds só deverá entrar em operação no início da década de 2030. Até lá, a Força Aérea Real Canadense terá de organizar a transição sem sua tradicional formação de nove aeronaves.

A trajetória do Tutor com os Snowbirds começou em 1971, depois que o avião ganhou destaque durante as comemorações do centenário do Canadá, em 1967. Desenvolvido pela Canadair para treinamento de pilotos militares, o modelo foi incorporado à Força Aérea canadense na década de 1960 e permaneceu por décadas como uma das principais aeronaves de instrução a jato do país. Sua combinação de dimensões compactas, boa resposta aos comandos e características de voo tornou o avião adequado às manobras sincronizadas exigidas pela equipe.

Os Golden Centennaires existiram por apenas um ano para celebrar o centenário do Canadá, em 1967.

Com pintura vermelha, branca e azul, os CT-114 Tutor passaram a executar passagens em formação cerrada, cruzamentos e manobras acrobáticas que exigem coordenação precisa entre os pilotos. Ao longo dos anos, os Snowbirds levaram essa demonstração a diferentes cidades do Canadá e dos Estados Unidos, aproximando o público da aviação militar e representando as Forças Armadas canadenses em eventos nacionais e internacionais.

A despedida, no entanto, também reflete os desafios de manter uma aeronave desenvolvida há mais de seis décadas em atividade. O envelhecimento das células, as dificuldades relacionadas à manutenção dos motores e de outros sistemas, além das preocupações com a segurança operacional, tornaram cada vez mais complexa a continuidade dos voos. Acidentes registrados em 2019, 2020 e 2022 também reforçaram a necessidade de avaliar os limites operacionais da frota. A Força Aérea concluiu que prolongar a vida útil do Tutor deixou de ser uma solução tecnicamente viável e prática.

A substituição será feita pelo CT-157 Siskin II, designação canadense associada ao Pilatus PC-21. A aeronave integra o esforço de modernização do treinamento de pilotos militares do Canadá e deverá servir tanto à formação quanto à futura equipe de demonstração. O objetivo é preservar a tradição dos Snowbirds e, posteriormente, reconstruir a formação característica de nove aviões com uma plataforma mais moderna, adequada às necessidades operacionais e de manutenção da Força Aérea.

Primeiro CT-157 Siskin II destinado para RCAF.

A mudança não significa, porém, que os Tutor desaparecerão imediatamente da vista do público. Após a apresentação acrobática de 16 de outubro, ainda está prevista uma passagem aérea dos Snowbirds durante a Grey Cup, final do campeonato canadense de futebol americano, marcada para 15 de novembro, em Calgary. A retirada definitiva da frota seguirá posteriormente, com previsão de encaminhamento das aeronaves à IMP Aerospace, em Trenton, Ontário, até março de 2027. Parte dos aviões poderá ser preservada em museus ou exposta em instalações públicas, enquanto outros servirão como recursos de treinamento para técnicos de manutenção.

Para os pilotos, mecânicos e demais profissionais que mantiveram os CT-114 em condições de voo ao longo de tantas temporadas, a despedida representa o encerramento de uma tradição construída por diferentes gerações. Cada aeronave acumulou suas próprias particularidades, exigindo conhecimento técnico, disciplina e familiaridade de quem trabalhava diariamente com a frota. Essa experiência também será importante na preparação da próxima geração de pilotos e na criação de uma nova rotina de demonstrações aéreas.

Durante o período de transição, a Força Aérea canadense pretende continuar participando de eventos e atividades públicas com outras aeronaves e equipes. A ausência temporária dos Snowbirds em sua configuração tradicional será sentida por quem acompanha suas apresentações, mas a escolha do PC-21 indica que o Canadá pretende manter viva a capacidade de demonstração aérea. Quando a nova formação estiver pronta para voar, começará outro capítulo de uma história que, desde 1971, transformou os Snowbirds em um dos grandes cartões de visita da aviação canadense.

KLM Cityhopper ganha prêmio por inovação com jatos Embraer E195-E2

 

Companhia aérea holandesa foi reconhecida na Europa por preservar aeronaves em estruturas protetoras, investir em manutenção preditiva com inteligência artificial e colaborar no desenvolvimento de tecnologias mais eficientes para a aviação.


A KLM Cityhopper recebeu o Innovation Airline Award 2026, prêmio concedido pela European Regions Airline Association (ERAA), durante uma cerimônia realizada em 8 de outubro, em Belfast, na Irlanda do Norte. A companhia regional holandesa foi reconhecida por iniciativas que combinam engenharia, inteligência artificial e sustentabilidade, incluindo uma solução inusitada para proteger quatro jatos Embraer E195-E2 que precisaram permanecer temporariamente fora de operação devido a dificuldades na disponibilidade de motores.

O reconhecimento destaca como a empresa enfrentou um dos desafios recentes da indústria aeronáutica, marcado pelos problemas de disponibilidade e manutenção dos motores Pratt & Whitney GTF. Em vez de simplesmente deixar os aviões estacionados ao ar livre, a KLM Cityhopper adotou um método de preservação conhecido como *cocooning*, no qual as aeronaves são envolvidas por uma estrutura protetora especial. A iniciativa ajudou a conservar os aviões durante o período de inatividade e facilitou o planejamento de seu retorno à operação comercial.

Os quatro E195-E2 foram encaminhados ao Aeroporto de Twente, nos Países Baixos, em 2024. Antes do armazenamento, os motores, as unidades auxiliares de potência (APU) e as baterias foram removidos, seguindo os procedimentos estabelecidos para a preservação prolongada. Em seguida, os aviões receberam uma cobertura que protege tanto as superfícies externas quanto o interior contra a umidade e outros fatores ambientais capazes de provocar deterioração durante longos períodos em solo.

O sistema empregado vai além de uma simples cobertura impermeável. O método utiliza uma estrutura selada e circulação de ar seco para controlar a umidade, mantendo condições favoráveis à conservação dos componentes e reduzindo o risco de corrosão. Esse cuidado é importante porque a recuperação de aeronaves armazenadas inadequadamente pode exigir inspeções adicionais, reparos e substituições de peças, prolongando o tempo necessário para que voltem a transportar passageiros.

Com a melhora na disponibilidade dos motores, os E195-E2 começaram a passar pelo processo de reativação em 2026. A retomada exige a reinstalação dos equipamentos removidos, inspeções abrangentes, testes e verificações de aeronavegabilidade. Portanto, retirar a cobertura é apenas uma das etapas de um trabalho técnico mais amplo, que permite devolver os aviões à frota com as condições necessárias para operar com segurança.

A premiação também levou em consideração outras iniciativas da KLM Cityhopper, incluindo a utilização de tecnologias preditivas baseadas em inteligência artificial. Essas ferramentas podem ajudar a identificar antecipadamente possíveis problemas técnicos, permitindo planejar intervenções antes que determinadas falhas provoquem interrupções inesperadas. Para uma companhia regional, na qual a disponibilidade da frota é fundamental para cumprir a programação diária, antecipar necessidades de manutenção pode melhorar a regularidade dos voos e o aproveitamento dos recursos.

Outro projeto envolve a colaboração no desenvolvimento e na certificação do TaxiBot para aeronaves Embraer. O equipamento é um veículo de reboque que permite movimentar aviões entre o portão e a pista com os motores principais desligados durante parte do trajeto. A tecnologia tem potencial para reduzir o consumo de combustível e as emissões durante o taxiamento, além de diminuir o ruído e a exposição dos trabalhadores aeroportuários a poluentes.

A iniciativa com os Embraer E195-E2 ilustra como a inovação aeronáutica também acontece longe das pistas e dos centros de desenvolvimento de novos aviões. Ao encontrar uma maneira de preservar aeronaves modernas durante uma crise de disponibilidade de motores, a KLM Cityhopper transformou um problema operacional em uma oportunidade para aplicar soluções de engenharia que ajudam a reduzir custos e a manter seus ativos em condições adequadas.