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sábado, 11 de março de 2017

Top 10 caças navais

Top 10 caças navais

1ºLugar: Boeing F/A-18E/F Super Hornet
O nosso primeiro da lista é o multifuncional de fabricação norte-americana, o Boeing F/A-18E/F que já foi o nº 4 no "Top 10 os melhores aviões de combate". Clique no link abaixo para mais informações sobre essa máquina:
Top 10 os melhores aviões de combate
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2º Lugar: Mikoyan Mig-29K
 O Mig-29K é a versão naval do Mig-29, o modelo utiliza os mesmos aviônicos e armas dos Mig-29SMT e Mig-29UPG, porém com um novo radar, novos MFD no cockpit e uma série de avanços tecnológicos. Destaca se também o aumento de potência de 700 kg/f em cada motor.
Mais sobre o Mig-29SMT:
link: Top 10 aviões de combate médio
A versão naval apesar de ainda não estar operacional e porta-aviões já foi entregue à Marinha Indiana que ainda tem algumas unidades a receber e à VMF que provavelmente substituirá os Su-33 no porta aviões Admiral Kuznetsov após sua reforma prevista para esse ano.
Confira mais clicando nos links abaixo:
Mig-29UPG para Índia
Porta Aviões INS Vikramaditya
Porta Aviões Admiral Kuznetsov visita a Síria
Porta Aviões Admiral Kuznetsov
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3º Lugar: Rafale M
 O Rafale M é a versão naval do novo multifuncional francês Rafale C que ocupa nossa 10º posição nos "Top 10 os melhores aviões de combate".
link para mais informações:
Top 10 os melhores aviões de combate
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4º Lugar: F/A-18 Hornet
O caça naval Mcdonnel Dougla F/A-18 é o nosso 2º melhor avião de combate médio, confira mais no link abaixo:
Top 10 aviões de combate médio
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5º Lugar: Sukhoi Su-33
O Sukhoi Su-33 é uma aeronave concebida na época da Guerra Fria, similar aos aposentados Grumman F-14D Tomcat da US Navy, portanto apesar de sua capacidade de interceptação superioridade aérea, o avião não recebeu muitas melhorias até então, sendo assim, sua capacidade de ataque é limitada. Mais sobre o Su-33 nos links abaixo:
Top 10 os melhores aviões de combate
Porta Aviões Almirante Kuznetsov visita a Síria
Porta Aviões Almirante Kuznestov
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6º Lugar: AV-8B Harrier II
O AV-8B Harrier II é a versão norte-americana do inglês Sea Harrier, porém com inovações tecnológicas que o otimizaram para missões ar-terra e anti-navio. O AV-8B foi o nosso 7º colocado na lista dos "Top 10 aviões de combate médio", mais sobre ele e aeronaves de mesma categoria:
"Top 10 aviões de combate médio"
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7º Lugar: Sea Harrier
O British Aerospace Sea Harrier é sem dúvida uma conquista notável da aviação, pois ele vem de uma linhagem de aeronaves STOVL / VTOL desde a década de 60. Todos os aviões desse tipo em serviço são derivados dessa mesma linhagem, que apesar de subsônica, se mostrou eficiente em combates desde a Guerra das Malvinas em 1982 até a pouco tempo. Hoje devido ao grande avanço tecnológico do combate aéreo, o Sea Harrier necessita de um sucessor, o F-35 Lightning II que vem sofrendo um atraso na entrega desde 2004.
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8º Lugar: Sukhoi Su-39
O Sukhoi Su-39 é uma aeronave de ataque subsônica embarcada desenvolvida para operar a partir do porta aviões Admiral Kuznetsov. Seu projeto origina-se no treinador Su-25UTG que por sua vez deriva-se do avião de ataque Sukhoi Su-25, largamente empregados em conflitos desde a Guerra da URSS como Afeganistão. O Su-39 ainda não está 100% operacional, mas com a nova reforma no Admiral Kuznetsov é bem provável que o avião entre em serviço.
Almirante Kuznetsov visita a Síria
Almirante Kuznetsov
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9º Lugar: Super Etendard
O Dassault Super Etendard é um avião de ataque desenvolvido pela França e utilizado pela marinha francesa e pela Argentina. Apesar de transportar um radar de mapeamento e localização de alvos em solo, o Super Etendard não possui a capacidade de combate. Mesmo assim a aeronave tem seus méritos obtidos em missões durante a Guerra das Malvinas em 1982.
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10º Lugar: A-4 Skyhawk
O Mcdonnel Douglas A-4 Skyhawk não é um caça, ou seja, não é uma aeronave de combate e sim uma aeronave de ataque. Só a Marinha do Brasil utiliza esse avião para missões de caça. O A-4 não possui radar, portanto deve ser orientado até a zona de combate com informações transmitidas por outra fonte (navios, helicópteros, outros aviões, etc). Como o radar é essencial no rastreamento e engajamento de alvo para mísseis BVR, o A-4 limita-se a um combate dentro do alcance da visão, utilizando-se de mísseis guiados a IR e claro, em velocidades subsônicas, já que o A-4 é uma aeronave subsônica.
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